segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Grutas artificiais - I

Quinta do Anjo (Palmela) - outros contextos funerários da pré-história portuguesa.
Conjunto de 4 grutas escavadas na rocha, intervencionadas em 1878 e 1907, na sequência da sua destruição, parcial, por uma pedreira. Recentemente reestudadas por Joaquina Soares.
Publicação do Museu de Arqueologia e Etnografia do Distrito de Setúbal/ Assembleia Distrital de Setúbal.

























































Gruta 1. Desenho de A. I. Marques da Costa (1907)



































Gruta 2. Desenho de A. I. Marques da Costa (1907)










































Gruta 3. Desenho de A. I. Marques da Costa (1907)
























Gruta 4. Desenho de A. I. Marques da Costa (1907)






















Painel explicativo colocado no local, no âmbito das Comemorações do 5º Centenário do Foral de Palmela.





















Vista geral da área onde se encontram as grutas artificiais.



quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Mega Antas - 3



















Anta - capela de S. Brissos (ou do Livramento). S. Brissos, Montemor-o-Novo.
Foto de Ricardo Soares.

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Publicações V



























Editado em Agosto de 2008, o PH 67 (Boletin del Instituto Andaluz del Patrimonio Historico).
Coordenação: Leonardo Garcia Sanjuán
Edição: Junta de Andalucia
Trata-se de um número temático, dedicado ao património megalítico, com a colaboração de vários investigadores e especialistas da área do património histórico e cultural.
"Por una parte, se ha buscado que los trabajos que lo conforman empleen aproximaciones y lenguajes asequibles para los lectores no especialistas en Prehistoria, evitando enfoques demasiado estrechamente especializados y discusiones estrictamente académicas. (.../...) Por otra parte, se ha puesto bastante énfasis en que la aproximación al patrimonio megalítico reflejada en este volumen fuera sinceramente multidisciplinar. En este sentido, aunque se da un predominio de los arqueólogos, entre los colaboradores del volume se incluyen visiones procedentes del campo de la arquitectura, la astrofísica, la etnología, la historia del arte, la lingüística, la restauración y, por supuesto, la gestion de bienes culturales. Con ello, lo que quiero decir es qu este volumen no está pensado para (ni dirigido a) especialistas en el campo de la Prehistoria, sino que se ofrece como una herramienta de pensamiento y trabajo a todos los profesionales vinculados al patrimonio historico." (García Sanjuán, p. 5-6)