segunda-feira, 26 de setembro de 2011

III Edición de los cursos de otoño Antequera Milenaria

Nesta 3ª edição dos cursos de outono de Antequera Milenaria, será leccionado o curso Origen y formación de las colecciones de los museos arqueológicos andaluces (direcção científica a cargo de José Ramón López Rodríguez).
Serão ainda realizados 3 novos seminários:


Seminario de Arqueoastronomía Michael Hoskin;

Seminario Henri Breuil;

Seminario de Arte y Naturaleza José Antonio Muñoz Rojas;

Informações através do site:
http://www.telefonica.net/web2/prehistoria/images/Cursos_Antequera.pdf

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

SEAC 2011 - Visitas

No âmbito do Congresso do SEAC que se encontra a decorrer em Évora (http://www.ciuhct.com/seac2011/index.htm), realizou-se hoje uma visita a dois dos mais importantes monumentos da região...






terça-feira, 20 de setembro de 2011

Mesa Redonda de Arte Rupestre

Data: 10, 11 e 12 de Novembro de 2011

Local: Faculdade de Letras, Universidade do Porto


Objectivos


"É frequente vir associado a estes termos de Conservação e Musealização, o de “preservação”, o que também se torna aceitável na medida que esta já não é entendida como uma ausência de qualquer intervenção – deixar tudo como está, como que “parado no tempo” ou sujeito à sua degradação dita corrente, ou normal –, desiderato dos primeiros movimentos ambientalistas, mas antes como intervenções contextuais e paisagísticas de carácter conservativo, de preferência minimalistas, destinadas a menorizar impactos/destruições de grande escala no património “cultural”, decorrentes de grandes intervenções no território (obras públicas e privadas, incluindo a modernização das explorações agrícolas e florestais, etc.) e a prolongar a vida dos “objectos” e “paisagens”. Em última análise, poderíamos considerar a escavação arqueológica de maciços e monumentos como uma acção extremamente transformadora, criadora de descontinuidade/aceleração no “normal” envelhecimento (degradação) dos sítios arqueológicos, que, sabemos, estarão inexoravelmente destinados a desaparecer. O mesmo relativamente ao estudo de superfícies gravadas e/ou pintadas que implique limpezas profundas, alterações do ambiente circundante dos sítios. E, deste modo, decorre do estudo a necessidade de intervenções de conservação, pelo menos em “monumentos” a que a comunidade, começando pelos arqueólogos, mas incluindo sempre outros profissionais e cidadãos, considerar de valor científico e patrimonial relevante.

Variadas iniciativas de conservação, que vão das intervenções mais simples àquelas que incluem o restauro/reposição, seguidas de musealização, particularmente nos monumentos funerários, têm seguido paradigmas e critérios diversos. Na conservação de superfícies gravadas e/ou pintadas, as experiências têm sido mais pontuais, sendo de destacar o programa experimental levado a cabo pelo Parque Arqueológico do Vale do Côa em 2004 e 2005, que criou situações de referência para aquele tipo de maciços de xisto e encetou intervenções conservativas em rochas não gravadas. Outras experiencias de gestão dos sítios, mormente com o controlo do acesso do público, também têm tido os seus frutos positivos e menos positivos.

Não é nossa intenção enumerar aqui nestas linhas gerais os resultados de um conhecimento que alguns especialistas já atingiram, mas antes procurar mostrar com esta Mesa Redonda, a um cada vez mais alargado número de intervenientes no estudo, conservação e musealização de sítios com arte rupestre, os resultados obtidos, um saber feito de experiências concretas. Se é certo que a monitorização posterior destes sítios tem contado com menos estudos publicados, a exposição de casos, a discussão pertinente dos métodos e objectivos técnicos e sociais/políticos em causa, bem como os resultados, carecem de um debate crítico (e até auto-crítico) que contribua para abrir caminhos a melhores e mais eficazes intervenções futuras.

Caberá aqui também a abordagem relativa à legislação nacional e internacional – onde destacamos o princípio da salvaguarda pelo registo/estudo científico, ou a classificação dos bens patrimoniais em categorias claramente expressas na lei –, bem como outras que os intervenientes achem pertinentes, como a sobrevalorização do estudo em detrimento da conservação física, material, sempre dentro de um quadro de liberdade que esta Mesa Redonda pretende fomentar.

Esta Mesa Redonda não tem, à partida, públicos-alvo bem definidos embora o facto de ser realizada numa Faculdade que tem cursos de licenciatura, mestrado e doutoramento em Arqueologia, História da Arte e Museologia (esta sem licenciatura), bem como mestrado em Turismo e em História e Património, se dirija também a estes estudantes e seus docentes. Porém, este tema é tão transversal, e na sua génese, tão interdisciplinar, que procurará envolver na exposição e debate pessoas com vários saberes/conhecimentos, sem separação entre as denominadas Humanidades e Ciências/Tecnologias.

À semelhança da excelente experiência da Mesa Redonda I, também aqui os debates serão gravados e publicados juntamente com os textos das comunicações ou posters. "

http://sites.google.com/site/artesrupestres/home/inscricoes


quarta-feira, 14 de setembro de 2011

XVI Congresso da UISPP (1)

Decorreu entre 4 e 10 de Setembro, na cidade brasileira de Florianópolis.
Apesar da desorganização sentida em muitos aspectos e de muitos investigadores terem acabado por não estar presentes, devido a dificuldades financeiras, foram apresentadas várias comunicações sobre contextos funerários e megalitismo.











sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Territórios megalíticos - Montemor-o-Novo: 14ª do Deserto



Pequena sepultura, de sete esteios e planta ovalada, intervencionada por Manuel Heleno em Fevereiro e Maio de 1938. Localiza-se na herdade do Deserto (Montemor-o-Novo).
Forneceu um espólio relativamente escasso - 1 cerâmica decorada, 5 geométricos, 1 raspadeira e 1 lamela - mas que se enquadra dentro do que é expectável encontrar neste tipo de pequenos monumentos.
Bibliografia: Rocha, 2005