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Menir da Caeira (Arraiolos)

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20 anos depois da primeira autorização...voltámos finalmente ao Menir da Caeira, em Arraiolos.
Mais uma agradável e surpreendente surpresa...
A escavação decorreu com o apoio da Câmara Municipal de Arraiolos e a participação dos alunos de Arqueologia da Universidade de Évora, no âmbito das suas aulas práticas.

Cromeleque do Alminho (Ponte de Sor)

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O Cromeleque do Alminho, único recinto conhecido no concelho de Ponte de Sor, encontra-se completamente desmantelado, com os menires amontoados e retirados do seu contexto original.

Cartografias

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Uma outra visão do Alentejo (Rocha, 2005)

Anta da Tapada do Castelo (Marvão)

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A anta da Tapada do Castelo (Marvão) é mais um triste exemplo do megalitismo alentejano...um monumento de grandes dimensões que foi completamente destruído e vandalizado por violadores...
Restou-nos tentar recuperar a sua planta original e escassos materiais... mas também foi possível confirmar que existem muitos "mitos" sobre a localização, implantação e orientações destes monumentos...








Anta da Serrinha - Monforte

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A escavação que se iniciou este ano no corredor da Anta da Serrinha (Monforte) está a superar todas as expetativas pois, para além da abundância de restos osteológicos temos um conjunto artefactual que comprovam a sua utilização desde o Neolítico final até, pelo menos, à Iª Idade do Ferro.
Esperemos que a continuidade dos trabalhos, e as análises que se venham a realizar, nos possam aportar novos e importantes contributos para o conhecimento do megalitismo desta área.
Os trabalhos tiveram a participação de alunos do 1º Ciclo de Arqueologia da UÉ e o apoio financeiro e logístico da Câmara Municipal de Monforte.










De volta...

Depois de um intensivo verão Megalítico, com o início de intervenções em 4 novos monumentos megalíticos, nos concelhos de Arraiolos, Mora, Monforte e Marvão, estamos de volta para começar a dar algumas novidades, interessantes, sobre estes monumentos. Nestes trabalhos participaram os alunos de Arqueologia de 1º e 2º Ciclo da Universidade de Évora no âmbito da sua formação prática.

Anta Capela de Pavia (Pavia, Mora)

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As escavações realizadas este ano na Anta capela de Pavia vieram demonstrar que a informação transmitida por Vergilio Correia, não estava correta. Afinal (e como era suposto) este monumento tinha corredor

Labutando...

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Verão...calor...escavações...investigação!! Estamos de novo no campo numa contínua procura da compreensão das antigas sociedades camponesas.

A Máquina do Tempo - Megalitismo

A anta da Pedra Branca (Melides)

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Este monumento teve uma nova intervenção recentemente.
Mais informações em:
http://maedseventosactividades.blogspot.pt/2012/08/anta-da-pedra-branca-melides-projecto.html


Mesoliticos

Nos últimos anos têm vindo a ser desenvolvidos projectos em torno dos dois grandes núcleos de concheiros portugueses: Tejo e Sado. Sobre o último, no qual participam investigadores da Universidade de Évora, os dados de prospecção e escavação do último ano têm sido extremamente gratificantes para a equipa. Para além das datações já obtidas para concheiros e não só, veio agora a última... a datação do Cão recolhido na campanha de 2011 no concheiro de Poças de S. Bento.
http://www.europapress.es/sociedad/ciencia/noticia-descubren-portugal-sepultura-perro-hace-7600-anos-20120605105456.html

De volta...

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De volta às escavações e à formação (topografia, escavação, desenho de campo, realização de relatórios...) dos alunos do 1º e 2º Ciclo de Arqueologia da Universidade de Évora.

O novo [velho] mundo da Morte...

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No decurso da última década descobriu-se um novo mundo no que diz respeito aos contextos funerários, desde o Neolítico até ao Romano/Medieval. Áreas consideradas vazias, desocupadas, por não apresentarem evidências de enterramentos "positivos", ou seja, nas conhecidas formas do megalitismo funerário alentejano, vieram a revelar uma profusão de enterramentos "negativos"... Aparentemente, ontem, como hoje, existiriam os que gostavam de fazer notar a sua presença, na vida e na morte, e os que gostavam de permanecer invisiveis. Estes, foram bem sucedidos, porque só os conseguimos identificar nos alvores do séc. XXI.