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Mostrando postagens com o rótulo Manuel Heleno

De Muge...

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ao Sado...


Exposição no MNA

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Sepultura de Cão no Concheiro de Poças de S. Bento

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Foi apresentada no dia 9 de Julho, no Museu Nacional de Arqueologia, uma conferência sobre a sepultura de cão encontrada no concheiro mesolítico das Poças de S. Bento (Alcácer do Sal). Esta descoberta surgiu no âmbito dos trabalhos arqueológicos que se encontram a decorrer nos concheiros do Sado, sob a coordenação cientifica dos Profs. Mariana Diniz (FLL) e Pablo Arias Cabal (Univ. Cantábria) e que engloba uma vasta equipa de investigadores e instituições, incluindo a Universidade de Évora.



















No Primeiro Jornal da Sic
partir do minuto 12:58
http://sicnoticias.sapo.pt/programas/primeirojornal/2012/07/13/edicao-de-13-07-2012-2-parte

Territórios Megalíticos: Arraiolos - 3ª dos Testos/ Zambujeiro1

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A anta 3ª dos Testos, integra o conjunto de monumentos intervencionado pelo Prof. Manuel Heleno, no concelho de Arraiolos.  Escavada entre 27 de Março e 3 de Junho de 1939, forneceu um espólio não muito abundante (cerca de uma centena de peças - cerâmica, pedra polida, pedra lascada, placas de xisto e contas de colar) atendendo às suas dimensões. Por não se terem na altura publicado os trabalhos então realizados, este monumento foi denominado pelo casal Leisner e pela bibliografia posteriormente publicada, como Zambujeiro 1.

Territórios Megalíticos - Arraiolos: Anta dos Soldos

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Monumento intervencionado pelo Prof. Manuel Heleno, em 1933, não se tendo, aparentemente, recolhido qualquer espólio. No entanto, ao contrário de muitos outros monumentos por ele escavados, as indicações sobre a sua localização são muito vagas. O monumento relocalizado em 2002 na Herdade dos Soldos (Rocha, 2005) poderá corresponder à anta 1ª do Monte dos Soldos, mas existem diferenças a nível da descrição da planta - este possuí corredor.
Esta situação deverá ser de novo revista para se tentar esclarecer esta problemática...


Territórios Megalíticos - Mora: Bibliografia

ALMEIDA, A: SILVA, A; LOURENÇO, M. (1979) – Relatório preliminar de actividades arqueológicas desenvolvidas em Pavia – Cabeção, entre Dezembro de 1978 e Abril de 1979. Núcleo de Arqueologia do Liceu D. Pedro V. Lisboa: NUAR.
ALMEIDA, F. de (1971) – Vergílio Correia. Congresso Nacional de Arqueologia. Coimbra, 1970. Coimbra: Junta Nacional de Educação.
ALVIM, P. (2004) – Recintos megalíticos da região da serra de Monfurado e os «Cabeços do Meio-Mundo»: monumentos, paisagem e cultura no Neolítico alentejano. In CALADO, M. (ed) – Sinais de Pedra. Actas do I Colóquio Internacional sobre Megalitismo e Arte Rupestre. Évora: Fundação Eugénio de Almeida.
AZEVEDO, P. (1896) – Extractos Archeologicos das "Memorias Parochiaes de 1758". Archeologo Português Lisboa: [s.n.]. II, p. 137.
AZEVEDO, P.A. (1899 - 1900) – Extractos Archeologicos das "Memórias Parochiaes de 1758". Archeologo Português Lisboa: [s.n.]. V, p. 29.
CALADO, M. (1993b) – Menires, alinhamentos e cromelechs. In MEDI…

Territórios megalíticos - Montemor-o-Novo: 14ª do Deserto

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Pequena sepultura, de sete esteios e planta ovalada, intervencionada por Manuel Heleno em Fevereiro e Maio de 1938. Localiza-se na herdade do Deserto (Montemor-o-Novo). Forneceu um espólio relativamente escasso - 1 cerâmica decorada, 5 geométricos, 1 raspadeira e 1 lamela - mas que se enquadra dentro do que é expectável encontrar neste tipo de pequenos monumentos. Bibliografia: Rocha, 2005

Territórios Megalíticos: Mora - Anta 4 da Cabeceira

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Anta muito destruída, com os esteios todos tombados e um com uma fiada de covinhas. Foi intervencionada por Manuel Heleno em Setembro/Outubro de 1937. Forneceu escassos materiais arqueológicos (1 geométrico e 1 lamela) e alguns ossos. Foram realizadas 2 datações de C14 (Rocha, 2005; Rocha e Duarte, 2009: 771) Beta 196094 – BP: 4780±40; Cal BC, 2 σ: 3650-3510.
Wk 17084 - BP: 4759±40; Cal BC, 2 σ: 3640-3490.

Territórios Megalíticos: Mora - Anta 1 da Cabeceira

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Escavada por Manuel Heleno em Setembro e Outubro de 1937 (Rocha, 2005).
Localização: Fica situada na herdade das Águias, cerca de 300 m a Norte do Monte da Cabeceira.

Arquitectura: Anta com câmara de oito esteios (sete in situ e um caído), chapéu e corredor com cinco esteios de cada lado e três tampas. Apresentava mamoa com 1m de altura.

Apesar da dimensão não forneceu espólio significativo,


Publicações XIX

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Título: Promontória
Edição: Universidade do Algarve
Ano: 2009/2010

Antas de Vale de Gato (Coruche)

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As duas antas de Vale de Gato encontram-se a cerca de 100m uma da outra, na herdade com o mesmo nome, perto do Ciborro. Trata-se de dois monumentos de grande dimensão, escavadas pelo Prof. Manuel Heleno, em 1931. A intervenção destes monumentos parece ter sido particularmente difícil devido à elevada compacticidade da terra.  Manuel Heleno parece ter efectuado aqui uma escavação mais minuciosa, referindo não só a intervenção dia a dia, como também alguns pormenores relativos à arquitectura, à posição estratigráfica dos materiais e dos ossos. No espólio, para além da descrição que faz de cada objecto no Caderno de Campo, vai referindo a sua posição estratigráfica e as eventuais correlações com os restantes. Estes monumentos forneceram alguns artefactos bastante interessantes, como o que se apresenta na foto, proveniente da anta Sul de Vale de Gato.

Anta 1 da Cabeceira (Brotas, Mora)

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Este monumento foi intervencionado pelo Prof. Manuel Heleno nos meses de Setembro e Outubro de 1937. Apresenta câmara com sete esteios e chapéu in situ. Corredor com cinco esteios de cada lado. Muito bem conservada. Apesar da sua monumentalidade, forneceu escasso espólio (13 peças no corredor e 17 na câmara) de acordo com os registos de M Heleno e confirmado, posteriormente, no MNA.

Anta do Monte das Pedras (Montemor-o-Novo)

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A Anta do Monte das Pedras, foi intervencionada pelo Prof. Manuel Heleno, em Abril de 1935.
Trata-se de um monumento com câmara poligonal de 7 esteios e corredor com 4 esteios de cada lado. O chapéu tem «covinhas» e tinha uma reutilização do período romano (sepultura no inicio do corredor, de tegulae). Para além do espólio comum em todos os monumentos megalíticos funerários alentejanos (cerâmicas, pedra lascada, pedra polida...), esta anta forneceu também um artefacto de metal, um báculo, e uma peça mais curiosa, descrita por Manuel Heleno como “1 seta de forma curiosa. São duas setas ligadas em seguimento”. Bib: L. Rocha, 2005

Manuel Heleno (II)

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Anta B - Anta do Paço 2 (Montemor-o-Novo) Este monumento começou a ser intervencionado em Abril de 1931, muito provavelmente a partir do dia 15. À semelhança da Anta A, que se localiza a cerca de 100m de distância, teve várias campanhas de escavações, até Março de 1934. Manuel Heleno apresentou uma descrição bastante exaustiva da arquitectura deste monumento que, aparentemente, apresentava restos de pintura nos esteios da câmara, nomeadamente uma «figura estelizada de um homem». Em termos de espólio, apesar de ser também muito abundante, não se comparava nem em número nem em qualidade, ao da Anta A.
Bib: Rocha, L. (2005)

Manuel Heleno (I)

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Os trabalhos do Prof. Manuel Heleno, em monumentos megalíticos funerários do Alentejo Central, iniciaram-se com a escavação de duas antas, de grandes dimensões: as famosas antas "A" e "B" - Herdade do Paço (Montemor - o Novo).

Anta "A" - anta do Paço (Montemor-o-Novo)

Este monumento megalítico funerário começou a ser intervencionado, por Manuel Heleno, no início de Abril de 1931 (dia 7 ou 8). Teve, no entanto, várias campanhas de escavações, entre o ano de 1931 e Março de 1934. Trata-se de um monumento com uma arquitectura complexa, com várias fases de enterramentos. Para além do monumento propriamente dito (câmara + corredor) que se encontrava muito bem preservado, foi identificado um conjunto significativo de enterramentos e/ou oferendas na área da mamoa, individualizados em pequenas «caixas», segundo a descrição de Manuel Heleno. Trata-se do primeiro monumento a ser intervencionado por este investigador, no âmbito do seu «projecto» de escavações em monume…

Manuel Heleno

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Publicações VIII

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Já disponível, em PDF, no crookscape. http://www.crookscape.org/textmar2009/text19.html
A propósito da paisagem na área da Ribeira do Lavre, uma das mais destruídas pelas culturas intensivas de regadio - que conduziram a grandes despedregas e destruições de monumentos megalíticos - refere Manuel Heleno, num dos seus Cadernos de Campo:

"O Vale das Antas, assim chamado pela existência de duas antas no mesmo, fica na margem direita da ribeira do Lavre, próximo do regato do Poço do Pires. O vale tem uma certa aspereza. Blocos de granito espalhados a esmo, rompendo com frequência no ondulado do terreno. A paisagem monotona e triste pelo aspecto que lhe dão as azinheiras, debaixo das quais se semeia de ano em ano verdes trigais. No mato estamos em flor, rosmaninho perfumado, sargaços, medronheiros, murtinheiras, aroreiras"

Propostas evolutivas - I

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Proposta de Manuel Heleno para a evolução do megalitismo funerário (segundo Vitorino Magalhães Godinho, in: Varagnac, 1963: 385).

Proto-megalitismo do Alentejo Central - 4

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Sepultura do Deserto 10 (Montemor-o-Novo). Outro dos pequenos monumentos megalíticos intervencionados (e posteriormente tapados), pelo Prof. Manuel Heleno.