sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

Silval





Antas do Silval. Montemor-o-Novo.

quarta-feira, 15 de agosto de 2007

Blogs de Verão

No Verão, os blogs vão para o campo...


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terça-feira, 20 de março de 2007

Publicações IV


Editado em 2006, o número 6 de Memórias de Arqueología Extremeña - Los Barruecos: Primeros Resultados sobre el Poblamiento Neolítico de la Cuenca Extremeña del Tajo apresenta "los resultados de excavación, trabajos de corte analítico sobre diversos aspectos ambientales y económicos, que, junto a las interpretaciones sobre las distintas ocupaciones del yacimiento, se convierten en una primera valoración sobre los grupos productores antiguos de la cuenca interior del Tajo".

Autores: Enrique Cerrillo Cuenca (Coordinador)

Edição: Junta de Extremadura

domingo, 11 de março de 2007

Lucas 6: as várias fases de intervenção num monumento


Aspecto inicial




Os trabalhos de escavação


Aspecto das violações, na câmara da anta



A remoção mecânica de esteios tombados no interior da câmara


A remoção manual das tampas da sepultura


No final da escavação...


Os desenhos de campo


Os "efeitos especiais" para a fotografia..


Os trabalhos de consolidação e restauro



O encerrar...



E a fotografia final!

terça-feira, 6 de março de 2007

Publicações III


Recentemente editado (2006) pelo Ayuntamiento Santiago de Alcántara, o livro "Megalitos y Marcadores Gráficos en el Tajo Internacional: Santiago de Alcántara (Cáceres)" é da autoria de P. Bueno, R. Barroso, R. de Balbín e F. Carrera.

Segundo os seus autores, este guia apresenta "la disposición de los monumentos, los resultados obtenidos de su estudio y su comprensión en el paisaje de los grupos neolíticos y calcolíticos de la región..."

sábado, 17 de fevereiro de 2007

Tholos do Caladinho (Redondo)


Localização do tholos do Caladinho

Em meados da década de 90 do séc. XX, o tholos do Caladinho sofreu uma violação que lhe afectou cerca de metade da câmara. Desta acção resultou um crescente problema de conservação que conduziu a uma inclinação de dois dos seus ortóstatos.

Intervencionado em 2006 e 2007 por Leonor Rocha e Rui Mataloto, foi possível registar, em profundidade, a presença de realidades estratigráficas e artefactuais aparentemente "in situ" e em bom estado de conservação, quer na metade da câmara conservada, quer no corredor.

O espólio recolhido, até ao momento, concentrava-se sobretudo na câmara, ainda que o corredor tenha também proporcionado um importante número de vestígios, especialmente na área de transição para a câmara, onde se encontrava menos perturbado por ocupações posteriores



Vista geral do monumento no início da intervenção




Pormenor da área sondada na mamoa



Planta geral do momumento e da área sondada na mamoa


Conjunto cerâmico recolhido na câmara e corredor do tholos do Caladinho


Conjunto de artefactos líticos e metálico recolhidos na câmara do tholos do Caladinho

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2007

Publicações II



Editado em Dezembro de 2006, o livro Megalitismo nas Herdades da Fundação Eugénio de Almeida apresenta "os dados arqueológicos referentes aos monumentos e sítios megalíticos, nas Herdades da Fundação Eugénio de Almeida".

Autor: Manuel Calado

Edição: Fundação Eugénio de Almeida

terça-feira, 13 de fevereiro de 2007

Anta do Lucas 6 (Terena, Alandroal)

Monumento megalítico de corredor, com morfologia complexa, integrado num conjunto de cerca de dezena e meia de exemplares, quase todos muito afectados. Trata-se de monumentos de xisto, todos de pequena dimensão, integrados numa área de solos com fraco potencial agrícola, nas proximidades do território do famoso santuário de Endovélico.
Este monumento, em particular, apresenta a peculiaridade de não apresentar esteio de cabeceira e de, em lugar dele, ter uma sepultura cistóide, cujo espólio consistiu apenas em uma enxó e um machado de pedra polida, de secção arredondada.
O espólio da anta, que apresentava sinais de violação, reduziu-se a alguns fragmentos de cerâmica mal conservados, uma enxó de pedra polida e dois fragmentos de lâminas de sílex. Na câmara, foi igualmente recolhida uma lage com um símbolo esteliforme inserido num círculo, executados por incisões finas (filiformes).





Tampas da sepultura


Sepultura no final da escavação


Escavação da anta

Lage com um símbolo esteliforme


Pormenor da destruição da anta.


Espólo recolhido

domingo, 4 de fevereiro de 2007

Mega Antas - 1




Anta - Capela de S. Dinis (Pavia, Mora)

Monumento escavado por V. Correia e publicado no
"El Neolitico de Pavia" (1921)

terça-feira, 23 de janeiro de 2007

Publicações I


Editado em finais de 2006, o livro Património Arqueológico da Coudelaria de Alter do Chão e as primeiras comunidades agropastoris apresenta "uma síntese dos trabalhos realizados em cada um dos sítios arqueológicos intervencionados na área da Coudelaria de Alter".

Autor: Jorge de Oliveira

Edição: Edições Colibri/ Universidade de Évora

domingo, 21 de janeiro de 2007

Anta de Santiago Maior







A anta de Santiago Maior, onde recentemente dirigi escavações, localiza-se praticamente em cima de uma das maiores falhas do País: a falha da Messejana. Apesar disso, resistiu milénios, praticamente intacta, ou quase.
Porém, em data incerta, um camponês sonhou com um tesouro e esventrou completamente a câmara e mesmo fora dela, tendo causado a queda de um dos esteios na cavidade resultante. O episódio permaneceu, de forma quase lendária, na memória dos mais velhos da aldeia.


Mais tarde, também em data indeterminada, a parte superior dos esteios foi rebentada com explosivos e o monumento entrou num quase esquecimento. Recentemente, novos proprietários quiseram restaurá-la e, no processo da escavação, foi descoberto o esteio tombado.


Trata-se de um dos maiores monumentos dolménicos da região, a par da Anta Grande da Comenda da Igreja ou da Anta de Pavia, por exemplo. A escavação demonstrou que, na construção do monumento, tinha sido usado um menir, entre a câmara e o início do corredor, do lado Sul.

A catedral das antas






Para dar início a um blog sobre antas, seria imperdoável não começar com a Anta Grande do Zambujeiro.


Um símbolo da excelência da cultura megalítica alentejana ou do nosso monumental desleixo?