quinta-feira, 31 de março de 2011

Contextos funerários na Pré-história. Bibliografia (1)

"Todas las personas vivimos con la conciencia de la muerte, y por ello todas las culturas tanto presentes como pasadas, han desarrollado sistemas para afrontarla. La muerte, culturalmente, no significa un final absoluto para la sociedad. A lo largo del tiempo, las sociedades han ido formulando creencias de contenidos diversos sobre la relación entre la vida y la muerte. Sin embargo, todos los pueblos saben bien que la muerte marca el final de la existencia corporal."
Restos de vida, restos de muerte. Rus Terol, A.(2010)

Disponível on-line
http://museoprehistoria.demini.com/resources/files/Catalogos/Restos_de_Vida_Restos_de_Muerte.pdf

segunda-feira, 28 de março de 2011

Territórios Megalíticos: Reguengos de Monsaraz - ALGUMA BIBLIOGRAFIA

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Valera, A. C. (2010) - "Construção da temporalidade dos Perdigões: contextos neolíticos da área central", Apontamentos de Arqueologia e Património, 5, Lisboa, NIA-ERA Arqueologia, p. 19-26.

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Valera, A. C. (2008) - “O recinto calcolítico dos Perdigões: fossos e fossas do Sector I.”, Apontamentos de Arqueologia e Património, 3, Lisboa, NIA-ERA, p.19-27.

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Valera, A.C., Jorge, P. e Lago, M. (2008) - “O complexo arqueológico dos Perdigões. Breve percurso de uma Arqueologia de minimização a uma Arqueologia em construção e em sociedade”, Almadan, II série, 16, p.115-123.

Valera, A. C, Lago, M., Duarte, C., Dias, Mª I. e Prudêncio, Mª I. (2007) - “Investigação no complexo arqueológico dos Perdigões: ponto da situação de dados e problemas”, Actas do 4º Congresso de Arqueologia Peninsular, Faro, Universidade do Algarve.

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Nota - alguma desta bibliografia encontra-se disponível on-line, nomeadamente:

http://www.uniarq.net/publicaccedilotildees.htm

http://www.uniarq.net/biblioteca-online.html

http://www.nia-era.org/content/view/280/33/

quinta-feira, 24 de março de 2011

Territórios Megalíticos: Reguengos de Monsaraz - Anta 1 do Passo













A anta 1 do Passo insere-se num conjunto de 7 monumentos megalíticos funerários localizados na Herdade do Passo, identificados pelo casal Leisner (Leisner e Leisner, 1951).
Trata-se de um monumento de grandes dimensões, com câmara de 7 esteios e 3,80m x 4m de diâmetro.
O corredor apresentava um comprimento de 3,70m formado por dois esteios de cada lado, um de grandes dimensões e outro mais pequeno. Encontrava-se totalmente coberto e com 3 tampas in situ.
Este monumento foi parcialmente escavado pelo casal Leisner. De facto, uma parte do corredor e da câmara ficaram por escavar devido "à laje sobranceira à entrada, que ameaçava ruir e cair para dentro" (Leisner e Leisner, 1951: 264). Da escavação realizada foi ainda possível aferir que "o recheio da anta já havia sido remexido" (Idem: Ibidem).
Apesar disso, integra o conjunto de monumentos que forneceu um maior conjunto artefactual, desta área, composto por cerâmicas, pedra polida, pedra lascada, adorno, sagrado e restos osteológicos.
De realçar o conjunto de placas de xisto (incluíndo placa recortada, de ombros; uma com "olhos" e outra com gravação dos dois lados), os báculos, os alfinetes em osso, os geométricos (apenas 2...) e a cerâmica decorada (existindo também alguma almagrada)







Leisner e Leisner, 1951: 261-263; Ests XL, 7; XII; XLIV


Fotografias de Victor Gonçalves (Gonçalves, 1999: 122, 126)

domingo, 20 de março de 2011

6º CAB – Curso de Arqueotanatologia e Bioarqueologia

Arqueotanatologia PRÉ-HISTÓRICA em contexto de salvamento

15 e 16 de Abril 2011/ Departamento de Ciências da Vida (Antropologia)
Dryas Octopetala

"Objectivos:
Oferecer aos profissionais e estudantes de Arqueologia e Antropologia um contacto com os princípios da Arqueotanatologia, através de um quadro teórico coerente, experiências de projectos pluridisciplinares e uma reflexão partilhada sobre a problemática global do registo arqueográfico osteológico humano, dado particular relevo a contextos pré-históricos."

Duração:
16 horas

Matrícula:
Estudantes: 80€
Profissionais: 100€

Coordenação Científica:
Maria Teresa Ferreira
Maria João Neves
Eugénia Cunha

Destinatários:
Estudantes e profissionais de Arqueologia e Antropologia e outras Arqueociências

Esclarecimentos e pré-inscrições através do e-mail: cursos@dryas-arqueologia.pt

Programa:
6ªfeira - 15 de Abril de 2011

09h00 – 09h15
Entrega de documentação
09h15 – 09h30
Abertura e apresentação do 6ºCAB

09h30 – 10h00
Problemas específicos da intervenção arqueológica sobre sepulcros colectivos pré-históricos em contexto de salvamento
Miguel Almeida

10h00 – 10h45
Show me your bones and I will tell you who you are (?)
Eugénia Cunha

11h15 – 12h00
Sepulcros da região de Lisboa durante o Neolítico: abordagens possíveis de recuperação de colecções ósseas antigas
Rui Boaventura

12h00 – 12h45
Dos ossos aos indivíduos
Ana Maria Silva

14h30 – 15h30
Tafonomia e Arqueotanatologia
Maria Teresa Ferreira

15h30 – 16h30
Metodologia de recuperação dos vestígios osteológicos
Maria João Neves

17h00 – 17h45
Paleopatologia dentária: potencialidades e limitações
Sofia Wasterlain

17h45 – 18h30
Estado da arte das tarefas de documentação arqueográfica em contextos sepulcrais: laserscanners e outros gadjets
Miguel Almeida e Mónica Corga

Sábado - 16 de Abril de 2011
09h00 – 13h00
Aula Prática
Miguel Almeida, Maria Teresa Ferreira, Maria João Neves, Ana Maria Silva

14h30 – 15h30
Processos de Decomposição
João Pinheiro

15h30 – 16h15
As tumulações colectivas do 4.º/3.º milénio a.n.e. e a emergência dos estados prístinos no Sudoeste peninsular
Rui Parreira

17h15 – 18h30
Da História à Pré-história: a adaptação do protocolo Dryas / Styx / DCV a contextos sepulcrais complexos
Maria João Neves e Catarina Mendes

sexta-feira, 18 de março de 2011

Territórios Megalíticos: Reguengos de Monsaraz - Olival da Pega 2

A anta 2 do Olival da Pega encontra-se a cerca de 300m da anta 1, e foi registada pelo casal Leisner (Leisner e Leisner, 1951).
À data apenas era visível a grande câmara (3,40m X 4m de diâmetro), com o chapéu in situ. Do corredor, não havia grandes evidências "talvez ainda existam restos por baixo do tumulus...", referem. (p.252). Anotam, ainda, a presença de lajes de xisto espalhadas pela superfície de tumulus.














Este monumento, que não escavam por considerarem que "...em face dos suportes fracos do chapéu, não se partindo este, teria sido demasiado perigosa" e também por não quererem destruír "um dos mais belos monumentos do concelho" (p. 252) viria a revelar-se, décadas mais tarde, como um dos mais importantes monumentos megalíticos do concelho de Reguengos de Monsaraz, escavados no séc. XX.
De facto, no início da década de 90, Victor Gonçalves, no âmbito de um projecto de investigação que visava proceder a uma reavaliação do megalitismo desta área, inicía a escavação da anta 2 do Olival da Pega.



















Os resultados deste trabalho foram, em tudo, inesperados: a um corredor muito longo, conservado (cerca de 16m de comprimento) associavam-se 4 outras estruturas funerárias (tholoi e uma sepultura), a Norte e a Sul, que se ligavam ao corredor da anta. (Gonçalves, 1999). Para além da grande diversidade arquitectónica presente nos 4 monumentos, existia ainda outra peculiariedade: os 2 primeiros esteios do corredor eram de xisto e apresentavam dezenas de covinhas.



Vista geral no final da campanha de 1992 (Gonçalves, 1999: 93)

OP2d: antes e depois da escavação (Gonçalves, 1999: 97)





















Planta final (Gonçalves, 1999: 92)

De OP2b (tholos) foi recolhido abundante espólio: restos osteológicos; lâminas de sílex, chert e riolite; lamelas de quartzo hialino; pontas de seta; pontas de dardo; alabardas; artefactos de pedra polida; alfinetes de cabeça; contas de colar; cerâmica; punhal de cobre, 1 estatueta de raposa em osso; placas de xisto e báculos. (Gonçalves, 1999: 94)




Algum do espólio recolhido (Gonçalves, 1999)

quarta-feira, 9 de março de 2011

O verdadeiro estado das antas alentejanas...mas não só!

Um pouco por todo o lado,
do Alentejo às Beiras...
assim está o nosso Património!

http://irrealidadeprodigiosa.blogspot.com/2011/03/0340-atentado.html

sábado, 5 de março de 2011

Territórios Megalíticos: Reguengos de Monsaraz - Olival da Pega 1
















Estado Actual

A anta Grande do Olival da Pega foi escavada pelo casal Leisner e publicada em 1951.
Com uma câmara de 4m x 5,60m de diâmetro e esteios (6 in situ, faltava 1) com cerca de 3,50m de altura, um corredor com 8,60m de comprimento e uma largura entre 2,40m e 2,80m, este monumento integra o grupo das "mega - antas" alentejanas.

A escavação confirmou a sua monumentalidade também a nível do espólio, não obstante a câmara já ter sido violada, aparentemente no séc. XV (Leisner e Leisner, 1951: 237-238):
Cerâmicas: centenas de peças de diferentes tipologias e tamanhos. Vários decorados;
Pedra lascada: 2 alabardas (fragmentadas); dezenas de lâminas retocadas; pontas de seta de base concava ou recta (xisto e sílex, mas com escasso retoque); 5 micrólitos; lamelas;
Pedra polida: apenas machados (e poucos)
Adorno: 919 contas de colar, em xisto; 4 contas de osso/marfim; 2 pendentes
Objectos em osso: segundo o casal Leisner foi "a única anta do concelho que deu vários artefactos em osso" (Leisner e Leisner, 1951: 238): alfinetes de cabeça; espátulas; cabos; 2 rodelas de crânios (trepanações?)
Sagrado: 1 ídolo de tipo almeriense em osso; 134 placas de xisto; 3 báculos em xisto quase inteiros e 4 fragmentos; 1 ídolo tipo almeriense em xisto
Restos osteológicos: abundantes e com diferentes graus de carbonização.






















Leisner e Leisner, 1951

quarta-feira, 2 de março de 2011